
Data de lançamento: 5 de Junho de 2009
Local e data de produção: Skywalker Sound Studios em Marin County, California, 2009
Género: Hard rock
Duração: 57:47
Editora: Redline, EAR Music
Produtores: Andy Johns, Chickenfoot
Faixas:
1 - Avenida Revolution
2 - Soap On A Rope
3 - Sexy Little Thing
4 - Oh Yeah
5 - Runnin' Out
6 - Get It Up
7 - Down The Drain
8 - My Kinda Girl
9 - Learning To Fall
10 - Turnin' Left
11 - Future In The Past
Os Chickenfoot são um supergrupo que reune Sammy Hagar (voz) e Michael Anthony (baixo), dois ex-membros dos Van Halen, bem como Joe Satriani, virtuoso guitarrista a solo, e Chad Smith, baterista dos Red Hot Chili Peppers. Juntaram-se em 2008 e lançaram este seu homónimo álbum de estreia um ano depois. Sendo um supergrupo, escusado será dizer que se fazem quase sempre grandes espectativas à volta da banda, mas nem sempre tudo corre bem. Será este grupo realmente "super"?
A primeira faixa, "Avenida Revolution", tem uma entrada mais subtil do que seria de esperar, mas é eficaz. Já "Soap On A Rope" dá-nos um som muito mais Funk (será culpa de Chad Smith?) e energético, com partes que tão depressa fazem lembrar os Red Hot Chili Peppers, como a seguir fazem lembrar os Rage Against The Machine. "Sexy Little Thing" tem um som de puro Rock N' Roll que bem podia integrar-se nos anos 60 e 70, com um som, por vezes, a fazer lembrar os AC/DC. A faixa seguinte, "Oh Yeah", é excelente para festas de Rock N' Roll. É muito energética e é, provavelmente, a melhor canção do álbum. Chega "Runnin' Out", que parece quebrar o bom ritmo do álbum. Sinceramente, não gostei. Tem um som muito "apagado"... "Get It Up" faz-me, por breves momentos, lembrar os Alice In Chains, por causa das vozes harmonizadas. Mas também esta me desapontou um pouco, ainda que não ao nivel da anterior. E aparece um pouco mais de funk com "Down The Drain". Tem um som muito mexido e muito próprio, ao ponto de não conseguir compará-la com o som de outra banda. Já a seguinte, "My Kinda Girl", tem um som muito comercial, coisa que não me agrada, apesar de contar com um excelente solo de Joe Satriani. "Learning To Fall" traz consigo a primeira balada do álbum. Tem um som muito agradável, ainda que muito repetitivo. De seguida, chega "Turnin' Left", com um excelente som, que chega a fazer lembrar os Guns N' Roses, com energia de sobra. E assim chega a última faixa, "Future In The Past", que, tal como "Learning To Fall", é uma balada no início, mas esta vai sofrendo diversas mutações, até acabar com um som de aproximação ao épico.
Concluindo, penso que este álbum tem bons e maus momentos, sendo, assim, razoavel. Há variedade e energia, mas falta um pouco de criatividade da parte destes senhores. Não me parecem merecer, por enquanto, o estatuto de "supergrupo", mas há muito potencial nesta banda.
Avaliação: 15,5
P.S: a avaliação extende-se da nota 0 à nota 20.
Aqui vai o vídeo oficial de "Oh Yeah":